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Um diz que foi agredido por recusar favores pessoais para não depor no MPF. Outro afirma que a “vítima” fez ameaças de morte a diretores



24/02/2017Depois dos pernambucanos, chegou a vez dos gaúchos visitarem uma delegacia de Polícia. O ponto de partida, diferente do caso ocorrido na Região Metropolitana de Recife, foi a troca de farpas entre carreteiros na própria sede do Sindicato dos Cegonheiros do Rio Grande do Sul (Sintravers), na manhã na última quarta-feira, dia 22. Adalberto de Souza Pinto, queixou-se de ter recebido proposta de vantagens pessoais para não prestar novos depoimentos no Ministério Público Federal. Disse ter se negado e garantido que continuaria até o final dos procedimentos. O presidente da entidade, Jefferson de Souza Casagrande, o Bolinha, contou versão bem diferente. Afirmou que em momento algum Adalberto foi “coagido a nada. Nenhuma vírgula do que ele contou é verdade”, assegurou o líder sindical.

Adalberto Pinto é testemunha do Ministério Público Federal em São Bernardo do Campo-SP e no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As duas instituições têm inquéritos em andamento para investigar possíveis práticas ilícitas no setor de transporte de veículos novos, principalmente a formação de cartel. Carreteiro associado ao Sintravers, Pinto registrou ocorrência policial na DP de Gravataí, informando ter sido vítima de “coação no curso do processo e tentativa de suborno”, e de ter sido agredido. Ele contou que um dia antes ao da reunião, recebeu telefonema de um dos diretores do Sintravers, Luciano Jardim Clemes, conhecido como Pernalonga, fazendo o convite para ir à sede do sindicato. No dia seguinte, teria ocorrido o fato narrado. leia mais...

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Reunião em nome do Sintraveic teria contado com a participação de populares ao custo de R$ 80 por presença



23/02/2017Uma assembleia fraudulenta convocada por alguns carreteiros que pretendiam tomar de assalto o Sindicato dos Cegonheiros de Pernambuco (Sintraveic), acabou virando um caso para a Polícia pernambucana. O encontro foi realizado no dia 29 de janeiro, no município de Jaboatão dos Guararapes, cidade da Região Metropolitana, distante 18 quilômetros da capital Recife. Iniciou, segundo fontes do site Anticartel, pela manhã e foi surpreendido ao meio dia com a chegada da Polícia Militar, que atendeu a uma denúncia de “ilegalidade em assembleia sindical”, de acordo com o boletim de ocorrência.

Uma ata chegou a ser registrada no 6° Ofício de Notas de Recife, “mas esse pessoal pagou o custo do documento e sequer foi lá para retirá-lo”, disse um carreteiro ao site Anticartel, que preferiu não se identificar por conta de possíveis represálias. No documento, constam como eleitos para o cargo de presidente, Luciano Pontes de Melo, da empresa Pontes e Freitas Transportes de Veículos Ltda. e Edson Carlos Aleixo Barros, da empresa CTM Transportadora Eireli-ME, como vice-presidente. Este último, vinculado ao Sindicato dos Cegonheiros de Minas Gerais (Sintrauto).

Na série de documentos, fotos e gravações encaminhadas ao site Anticartel, aparecem “carreteiros” vestindo camisetas com a inscrição: “Cegonheiros no caminho certo”, no que seria a assembleia fraudulenta. Os carreteiros que não tinham autorização do Sintraveic para a realização da reunião, acabaram, por aclamação, destituindo a diretoria e elegendo uma nova, tudo pelo sistema de aclamação. Um dia antes, o mesmo grupo recrutou particulares para “ensinar como deveriam votar”. Cerca de 230 pessoas estavam no encontro quando a Polícia Militar chegou ao local. Integrantes do grupo que organizou a assembleia fraudulenta, foram vistos na periferia, “recrutando pessoas por R$ 80, para fazer número e dar a aparência de assembleia legal”, acrescentou ao site Anticartel, o presidente do Sintraveic, José Milton. leia mais...

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Primeira reunião ocorreu em Anápolis e envolveu Sindicam e Sintrave-GO. As cartas estão na mesa



20/02/2017Um encontro entre diretores do Sindicato dos Cegonheiros de São Paulo (Sindicam) e Sindicato dos Cegonheiros de Goiás (Sintrave-GO), ocorrido na última quinta-feira, deu o pontapé inicial a um possível “acordão” capaz de romper definitivamente com o cartel que controla o setor de transporte de veículos novos, liderados pelos grupos Sada e Tegma, com a participação política do Sindicam. Com exclusividade, o site Anticartel falou com o presidente da entidade goiana, Afonso Rodrigues de Carvalho, conhecido como Magayver. O líder sindical assegurou que o encontro foi o “primeiro. Certamente outros serão necessários. Nossa intenção é fazer tudo às claras, sempre em defesa dos interesses carreteiros que representamos, que são fieis à nossa bandeira e que têm gratidão”, destacou.

A reunião ocorrida em Anápolis contou com a participação de outros carreteiros de Goiás e do diretor do Sindicam, Gilmar Donizete da Silva, conhecido como Mexicano. De acordo com Magayver, para que um acordo entre as partes possa ocorrer, é indispensável que “devolvam as cargas que nos foram tiradas no passado da Renault no Paraná, mais precisamente há 15 anos; respeito mútuo entre entidades sindicais da categoria dos carreteiros, em especial quanto à sua autonomia e independência; operadoras de logística e grandes transportadoras devem se sentar à mesa e firmarem um pacto eficaz, capaz de garantir, inclusive, distribuição equânime das cargas também para o futuro. Estes, para nós, são pontos fundamentais”, resumiu.

Ainda de acordo com o presidente do sindicato goiano, “não aceitamos negociações de bastidores. Tudo precisa ser feito às claras. Para selar qualquer espécie de acordo, nossa posição é a de que algumas autoridades deverão avalizar seus termos”. Ele citou como exemplos o Ministério Público Federal, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), as justiças Federal e Estadual, todos que possuem procedimentos de investigação sobre o setor em andamento. leia mais...

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