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Informativo Anticartel.com (517), 30 de Maio de 2017.

 
 

 

Casa de diretor do Sintravers é alvejada por disparos de arma de fogo na noite de quinta-feira

Ninguém quer falar, mas atentado pode ter vinculação com ação judicial que envolve operadoras de logística da GM

30/05/2017 A residência de um diretor do Sindicato dos Cegonheiros do Rio Grande do sul (Sintravers), que pediu para não ter o nome revelado, localizada no município de Canoas-RS, foi alvo de cinco disparos de arma de fogo na noite da última quinta-feira, por volta das 23h40min. Dois tiros atingiram o veículo do dirigente sindical. Outros dois acertaram a moradia e o último não teve o projetil encontrado. A investigação está a cargo da 3ª Delegacia de Polícia da cidade. Embora ninguém queira falar sobre o assunto oficialmente, segundo apurou o site Anticartel, a direção da entidade encaminhou o caso para o departamento Jurídico em busca de providências. Dois comunicados deverão ser encaminhados: um ao Ministério Público Federal e o segundo à Polícia Federal.

É opinião unânime de carreteiros ligados à entidade que os casos de ameaças estão numa linha crescente. Na semana passada, o tesoureiro do Sintravers recebeu telefonema anônimo alertando que, caso não retirasse a ação, teria seu caminhão-cegonha incendiado. Isso vem causando apreensão aos carreteiros associados ao Sintravers. O fato pode estar ligado diretamente a ação judicial movida por empresas (cegonheiras) associadas ao Sintravers que buscam a transformação de chamadas frotas extras em principais. Ao todo, nessa situação, estão 28 empresas, das quais sete gaúchas. O restante é de fora do Estado e concentradas, basicamente em São Paulo.

Na ação, a Justiça de Gravataí concedeu prazo inicial ao Sintravers para promover as alterações. A entidade, no entanto, alegando não ser detentora das referidas vagas, contestou, tentando repassar a obrigação às transportadoras Brazul, TNorte e Transzero, todas pertencentes ao grupo Sada. Essas são operadoras de logística que operam na planta da General Motors do Brasil em Gravataí. As três integravam a Associação Nacional das Empresas Transportadoras de Veículos (ANTV), entidade condenada na Justiça Federal por formação de cartel no setor de transporte de veículos novos, junto com a GMB, o Sindicam e o então diretor para assuntos institucionais da montadora, Luiz Moan Yabiku Júnior. A condenação em 1ª instância está em grau de recurso no TRF4.

Também na semana passada, uma reunião de carreteiros (empresários) agregados à Transzero, ocorrida em São Paulo, acabou chamando a atenção do setor dos cegonheiros. Um grupo composto por cerca de 50 desses empresários, manifestou a intenção de se opor a uma futura decisão judicial, prometendo resistir, impedindo que novas frotas sejam transformadas em principais.

O presidente do Sindicam, Jaime Ferreira dos Santos, assegurou que o sindicato “desconhece a reunião” ocorrida na Transzero, conforme divulgado pelo site Anticartel, e que “não autorizou a participação de qualquer pessoa na qualidade de diretor da entidade, que dela participasse”. Ele acrescentou que a “postura da nossa entidade é, e sempre foi, a de cumprir as leis e as determinações judiciais, embora, neste caso, a entidade desconheça os termos, pois não faz parte da lide”. (Foto: Arquivo Anticartel)

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